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domingo, 8 de março de 2015

"A Honra Perdida de Katharina Blum", de Heinrich Böll

Identificação do Livro


Autor: Heinrich Böll
Título Original: Die verlorene Ehre der Katharina Blum
Edições: Abril/Controljornal
Nº. de págs.: 95
Colecção: Colecção Novis - Biblioteca Visão
Ano de edição: 2000
Classificação: Romance


Sinopse: Heinrich Böll foi um dos escritores alemães mais importantes do período que se seguiu à Segunda Guerra Mundial. A sua obra, orientada por uma perspectiva moral que se ergue contra a sociedade materialista, oscila entre a esperança e o absurdo da acção humana. Com "A Honra Perdida de Katharina Blum", o autor aborda o problema do terrorismo, do conservadorismo agressivo e da imprensa sensacionalista, que envolvem a protagonista numa teia de falsas acusações; arruinada a sua reputação, resta-lhe recuperar a honra perdida. Uma obra-prima controversa deste romancista que foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1972. 




Opinião Pessoal

Este romance foi escrito em 1974, e retrata essa mesma época dos anos 70 na Alemanha Ocidental.
Faz-se uma crítica mordaz à imprensa sensacionalista, aos repórteres e jornalistas sem escrúpulos que são capazes de distorcer totalmente a verdade, em nome da liberdade de imprensa, não respeitando a vida íntima e privada das pessoas comuns.
Critica-se as elites, aquelas pessoas que pertencem a uma classe invisível superior à própria sociedade, que não são julgados pelos seus actos e conseguem ilibar-se facilmente dispensando "uns dinheiros".
Critica-se a "má sorte" e a "onda de desgraças" que afetam as pessoas comuns e da classe média, devido à influência de gente sem valores que pretendem descrutinar em praça pública e destruir as suas vidas honradas e modestas...

Após isto, após ter perdido a sua honra, Katharina Blum, como tantas outras mulheres e homens que se sentiram injustiçados, faz o que acha correto para descansar a sua consciência.

Julgar estas pessoas, pelos seus actos, em estado de desespero, é muito difícil.
Porque, se nos colocarmos no seu lugar, compreendemos num instante os motivos que as levaram a agir de tal maneira.



PONTUAÇÃO DO LIVRO

  • ❤ - Favorito




Sugestões

O autor foi Nobel da Literatura em 1972, como podem consultar aqui no site oficial «NobelPrize.org». Há um site dedicado à sua vida e obra aqui. Foi criada, em 1986, a Fundação Heinrich Böll, pelo Partido dos Verdes alemão, entrem aqui no site e vejam o plano de acção. Essa mesma fundação também tem uma filial no Brasil, como podem consultar nesta página do Facebook.
Na wikipedia    existem igualmente informações sobre o autor.

Em relação ao livro «A Honra Perdida de Katharina Blum», encontra-se à venda na Wook e para troca na Winkingbooks.

Em 1975, fez-se uma adaptação para o cinema, ver página IMDB - Internet Movie DataBase.




。◕‿◕。



Quotes "A Honra Perdida de Katharina Blum"













domingo, 14 de setembro de 2014

"Romeu e Julieta", de William Shakespeare

Identificação do Livro

Autor: William Shakespeare
Título Original: Romeo and Juliet
Edições: Abril/Controljornal
Nº de págs.: 95
Colecção: Colecção Novis - Biblioteca Visão
Ano de Edição: 2000
Classificação: Tragédia (texto dramático)

Sinopse: A obra de William Shakespeare perdurou ao longo dos séculos como referência inigualável da literatura dramática universal. Com Romeu e Julieta, o autor criou um dos mitos da nossa civilização, através de um enredo habilmente construído, em que o amor  a morte se encadeiam numa sucessão emocionante de encontros e desencontros, ódios e amizades, esperanças e desesperos. Na verdade, a paixão dos dois jovens, pertencentes às famílias rivais dos Capuletos e dos Montecchios, acaba por ter um destino trágico e redentor, que marca uma das mais belas histórias de amor.


Opinião Pessoal

Não quero ferir os sentimentos de ninguém, mas eu não considero esta peça brilhante...
Acho-a completamente "lamechas", exageradamente cheia de sentimentalismos, de ações espontâneas típicas de adolescentes, de ações irracionais, ... Não é exemplo para ninguém!

Nesta peça vê-se o que não se pode fazer.
Não sei se isso vale alguma coisa... 

Fiquei desapontadíssima quando acabei de ler.
Tanta gente a elevar esta obra aos céus, quando, para mim, e penso que na realidade, não tem esse valor.

O tema dos casamentos e das relações conjugais com menores desde sempre me incomodou.
E há que focar que, Julieta tinha apenas e só 14 anos!
A idade de Romeu não é mencionada.
Mas o verdadeiro amor não se descobre nessas idades... aí vai-se sentindo as primeiras flechas da paixão, onde se sente tudo muito exageradamente e o fim de uma relação ou a negação de um "amor" é quase o fim do mundo! Os nervos andam à flor da pele! Tal como é própria essa fase da adolescência.

Eu sei que o contexto histórico é outro.
Que casar com 14 anos ou menos, e ter filhos, era normal.
Que a mentalidade e a própria educação das raparigas ia nesse sentido: crescerem corporalmente como mulheres, serem boas donas de casa, serem boas esposas, terem aprendido algum mister, obedecerem ao marido, conformarem-se e agirem de acordo com a sua condição social.
Por outras palavras: um horror.... que ainda é vivido, hoje em dia, por muitas raparigas noutras culturas... 


Não vou alongar mais.
Fico por aqui.




PONTUAÇÃO DO LIVRO

  • ✰ ✰ - Fraco







Sugestões


Nas wikipedia encontram quase tudo sobre esta peça.
Há uma adaptação cinematográfica muito boa, lançada em 2013, que retrata muito bem a trama da obra shakesperiana. Podem ver a página do filme no site IMDb e o trailer no youtube.
Podem ler a obra completa em formato digital aqui.






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sábado, 14 de junho de 2014

Quotes "O Grande Gatsby"








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"O Grande Gatsby", de F. Scott Fitzgerald

Identificação do Livro


Título Original: The Great Gatsby
Edições: Abril/Controljornal
Nº. de págs.: 189
Colecção:  Colecção Novis - Biblioteca Visão 5
Ano de edição: 2000
Classificação: Romance
Sinopse: A celebridade de F. Scott Fitzgerald deve-se, em grande parte, ao êxito que obteve com O Grande Gatsby. É um romance que retrata uma geração e evidencia as contradições do «sonho americano». A glória e a decadência do self-made man, a ambição e a busca desenfreada do dinheiro, a corrida em direção a um futuro tão prometedor como ilusório, tudo sobre o fundo de uma intriga amorosa, são ingredientes para construir uma história fascinante. No entanto, esta obra não se limita a exibir o mundo da Idade do Jazz, nem a relatar as peripécias de um drama sentimental, pois alerta, quase como uma alegoria, para questões centrais que mantêm a sua acutilância nos dias de hoje.


Opinião Pessoal


"O Grande Gatsby" é deveras um bom  livro. Gostei particularmente do narrador, Nick Carraway, que nos leva a conhecer um pouco dos «Loucos Anos 20» nos EUA. Este período pós-guerra, onde a humanidade "acaba de acordar de um pesadelo", é caraterizado pela busca rápida da felicidade e bem-estar. As pessoas passam a viver segundo a máxima latina "Carpe Diem", que quer dizer aproveita o momento, e a população dos EUA são um ótimo exemplo disso. Para além da guerra , foram-se desenvolvendo e criando novas coisas na Cultura e na Ciência; foco particularmente, a música, a moda, as regras de convivência social, o cinema, a pintura e a literatura... 
  • Jazz - música originalmente do povo negro dos Estados Unidos, caracterizada pelo ritmo sincopado, pela improvisação, pelas mudanças rápidas de tom e pelo emprego original dos instrumentos de percussão;
  • Charleston - é uma dança surgida na década de 1920 pouco depois da Primeira guerra mundial, sendo um divertimento dos cabarés, onde as mulheres dançavam e mostravam mais as pernas porque as saias eram mais curtas e tinham o cabelo à garçonne. O nome se origina da cidade de Charleston. na Carolina do Sul.
  • Foxtrote - é uma dança de salão de origem norte-americana, surgida por volta de 1912. Ela é caracterizada por movimentos longos e contínuos, cuja direção segue o sentido anti-horário, em andamento suave e progressivo.
  • Moda - Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquilhagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquilhagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca. Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.

Prestando agora atenção à trama do livro, reconheço que há questões que se mantêm atuais, questões essas que estão ligadas aos valores. Não me choca particularmente nenhuma situação, pois a nossa sociedade também se comporta da mesma forma que a sociedade dos Anos 20, confrontados com a anomia social... Mas, apesar das cenas não serem para nós uma novidade, é um livro que transmite lições, o próprio narrador vai aprendendo a lidar com esse mundo fantástico, nunca deixando a sua personalidade mudar; isto é, ele mantém-se fiel aos seus valores. Eu identifico-me com este Nick Carraway. Daí ter gostado bastante de ler a sua narração dos factos.
Em relação ao próprio Gastby, personagem principal, gosto dele, mas sinto pena... É verdade que ele teve uma experiência de vida riquíssima, viu e viveu de tudo um pouco, mas ele nunca conseguiu alcançar a verdadeira felicidade... E há uns pontos da história que me surpreendem, pois no início julguei mal o Gatsby.
Realmente, como afirma o pai do narrador, logo no primeiro capítulo «De cada vez que te apetecer criticar alguém, lembra-te sempre de que nem toda a gente neste mundo gozou algum dia das vantagens que tu tens tido.»
Pode ler-se um excerto do livro aqui.



Pontuação do Livro
  • ✰✰✰✰✰ - Muito Bom

Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ




Sugestão

Para visualizar melhor como era a sociedade naquela época, aconselho a verem uns vídeos da novela brasileira "O Cravo e a Rosa" (2000), uma comédia romântica inspirada no clássico "A Fera Amansada", de William Shakespeare. A história localiza-se na cidade de São Paulo dos Anos 20 e narra o conflituoso romance entre o rude Petruchio e a fera Catarina, simpatizante dos ideais feministas, filha mais velha do banqueiro Nicanor Batista.
Há um documentário sobre este livro no Youtube feito pelo site «Maior fórum de documentários dublados ou legendados em língua portuguesa». Podem vê-lo aqui. Está bem construído ๑㋡๑ 
Outra sugestão é verem a recente adaptação do livro "O Grande Gatsby" para o cinema. Podem ver o trailer aqui.



Fontes:

"jazz", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/jazz [consultado em 30-05-2014].
"Charleston", in Wikipedia - A Enciclopédia Livre, http://pt.wikipedia.org/wiki/Charleston_(dan%C3%A7a) [consultado em 30-05-2014].
"Foxtrote", in Wikipedia - A Enciclopédia Livre, http://pt.wikipedia.org/wiki/Foxtrote [consultado em 30-05-2014].
"Moda Anos 20", in Wikipedia - A Enciclopédia Livre, http://pt.wikipedia.org/wiki/Moda#A_moda_nos_anos_1920 [consultado em 30-05-2014].
"Anomia social", in Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. [Consult. 2014-05-30]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$anomia-social>.





(◡‿◡✿)




domingo, 15 de dezembro de 2013

Quotes "A Luz em Agosto"













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"A Luz em Agosto", de William Faulkner


Identificação do Livro

Título Original: Light in August
Nº de págs.: 385
Colecção: Colecção Novis - Biblioteca Visão Nº 22
Ano de edição: 2000
Classificação: Romance

Sinopse: Galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1949, William Faulkner permanece como um dos mais autênticos romancistas norte-americanos do séc. XX. Em «A Luz em Agosto», a sua escrita poderosa e o seu génio narrativo fazem-nos entrar no mundo de contrastes dramáticos do Sul profundo dos EUA. Entre a claridade e a sombra se desenham contornos da história fatal de Joe Christmas, cujo enredo suscita reflexões sobre a culpa, a sexualidade, o racismo e a religião. Uma técnica romanesca apurada é usada pelo autor para abordar os temas e as verdades universais subjacentes em toda a sua obra.



Opinião Pessoal


Não é de fácil leitura. É uma narrativa poderosa, que abala os nossos alicerces ao constatarmos que existe tanta maldade no mundo...

Publicado em 1932, reporta-nos para uma América dos anos 30 minada pela desconfiança, pela ignorância e pelo racismo. Os efeitos da Guerra Civil travada entre 1861 e 1865 ainda se faziam sentir, havendo assim uma divisão entre as regiões do Norte (Califórnia, Connecticut, Delaware, Illinois, Indiana, Iowa, Kansas, Kentucky, Maine, Maryland, Massachusetts, Michigan, Minnesota, Missouri, Nevada, Nova Hampshire, Nova Jérsei, Nova Iorque, Ohio, Oregon, Pensilvânia, Rhode Island,Vermont, Virgínia Ocidental e Wisconsin, mais os territórios de Colorado, Dakota, Nebraska, Nevada, Novo México, Utah e Washington) e as regiões do Sul (Alabama, Arkansas, Carolina do Norte, Carolina do Sul, Flórida,Geórgia, Louisiana, Mississippi, Tennessee, Texas e Virgínia).
A mentalidade era muito diferente....
Existia nessa altura racismo e discriminação... Até se pensava que a raça negra era um castigo de deus devido ao mau comportamento dos brancos, e acreditava-se que esse castigo duraria um século...

O pano de fundo são pequenas cidades que parecem ilhas nas paisagens desérticas da América do Sul.
A personagem central, Joe Christmas, parece ter nascido sob o signo malfadado de Caim (personagem bíblica, presente no Livro do Génesis, que simboliza as pessoas mal intencionadas). Joe era mestiço e isso proporcionou-lhe ao longo da vida incompreensão e desrespeito da parte dos outros, até do orfanato onde viveu e da família adotiva que o acolheu. É uma pessoa perturbada, que não sabe onde pertence nem qual a sua função no mundo.
E depois há uma outra personagem, a Lena, uma rapariga grávida que não tem nada a ver com Joe, mas é com ela que a história começa e termina. É alguém que aparenta ser positiva e acreditar na providência divina ou na sorte, pois a vida vai-lhe correndo sem sobressaltos.

Ele é discriminado pela cor da pele.
Ela é ajudada por se encontrar em estado de graça.
Ele não foi desejado.
Ela deseja o seu filho.

Talvez se Lena fosse a mãe de Joe...
Ou, para quem acredita na reencarnação, talvez o filho de Lena seja a reencarnação de Joe...
Mais uma vez digo, é impressionante como apenas uma pessoa pode alterar para sempre o destino de outra!



Pontuação do Livro
  • ✰✰✰✰✰ - Muito Bom

Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ




Sugestões

Sobre o autor e o livro há imensa informação na internet. Pesquisem à vontade =)
Deixo-vos apenas com estas sugestões:





domingo, 17 de abril de 2011

"O Jogador", de Fiodor Dostoievsky - Nº 6


Identificação do Livro

Autor: Fiodor Dostoievsky
Título Original: Igrok
Edições: Abril/Controljornal
Nº. de págs.: 189
Colecção: Biblioteca Visão
Ano de edição: 2000
Classificação: Romance


Sinopse: Dostoievsky escreveu O Jogador em circunstâncias especiais. Para cumprir o prazo de entrega ao editor, teve de suspender a redação de Crime e Castigo e ditar o novo romance a uma estenógrafa, que depois se tornaria sua mulher.
O enredo assenta em vivências do escritor, que descreve de forma incisiva o ciclo vicioso do jogo, a roleta que dita o entusiasmo e o desespero, as paixões esperançadas ou infelizes, a luta contra os limites da existência humana. Em suma, a evocação de experiências que também marcaram a vida atribulada de um dos maiores romancistas de sempre.


Quotes

[Você] "Estagnou, não só desviou os olhos da vida, dos seus próprios interesses, dos da sociedade, dos seus deveres de homem e de cidadão, dos seus amigos (porque fez amigos), não só deixou de ter qualquer objetivo a não ser o do ganho, mas desligou-se mesmo das suas recordações... Lembro-me de si numa época apaixonada e intensa da sua vida, mas estou certo de que esqueceu as melhores impressões desse período; os seus sonhos, os seus desejos quotidianos não têm agora maior alcance senão o de par e ímpar, vermelho, preto, os doze números do centro, etc, etc., estou certo disso!"

"(...) Será possível que eu não compreenda que sou um homem perdido? Sim! Bastaria, uma vez na vida, ser prudente, paciente e eis tudo! Bastaria uma só vez ter carácter e, numa hora, podia mudar o meu destino. O essencial é o carácter."



PONTUAÇÃO DO LIVRO

  • ✰✰✰✰✰ - Muito Bom




domingo, 3 de outubro de 2010

Quote "Cândido"









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"Cândido", de Voltaire


Identificação do Livro


Autor: Voltaire
Nº. de págs.: 120
Colecção: Colecção Novis - Biblioteca Visão Nº 9
Ano de edição: 2000
Classificação: Conto

Sinopse: O espírito do Iluminismo transparece com humor e ironia em Cândido, conto no qual Voltaire insinua a crítica de um mundo vivido entre as contradições do optimismo e do pessimismo, do bem e do mal. O herói da narrativa percorre diversos lugares, incluindo Portugal e o utópico Eldorado, conhecendo peripécias fantásticas e sucessivas desgraças «no melhor dos possíveis». Cândido, nas suas aventuras e desventuras, a amada e não menos desafortunada Cunegundes, assim como os filósofos Pangloss e Martin, constituem personagens de uma sátira que se ergue contra o fanatismo, a intolerância, a ignorância e a injustiça. 



Opinião Pessoal


É o primeiro livro de Voltaire que li e gostei bastante.



PONTUAÇÃO DO LIVRO

  • ❤ - Favorito


Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ



Mais infos




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domingo, 16 de maio de 2010

"Ninguém Escreve ao Coronel", de Gabriel García Márquez

Identificação do Livro


Autor: Gabriel García Márquez
Título Original: El Coronel no tiene quien le escriba
Edições: Abril/Controljornal
Nº. de págs.: 95
Colecção: Colecção Novis - Biblioteca Visão
Ano de edição: 2000
Classificação: Romance

Sinopse: Com esta novela, o autor constrói um universo rico em emoções humanas, através de personagens inesquecíveis. O coronel e a sua mulher perderam o filho, recebendo como herança um valioso galo de combate que se torna fonte de rendimento, mas também uma despesa quase insustentável. Na pobreza, vivendo a crédito, o coronel espera todas as sextas-feiras, durante quinze anos, a chegada da pensão prometida por um governo há muito derrubado. Esta obra antecipa as qualidades literárias que culminam no romance Cem anos de solidão. Em 1982, Gabriel García Márquez recebeu o Prémio Nobel da Literatura.




PONTUAÇÃO DO LIVRO

  • ✰✰✰✰ - Bom






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